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Crianças são mais vulneráveis ao óbito; região registrou ao menos três vítimas neste ano

Atualizado: 23 de nov. de 2023


Lorenzo foi picado em escola de Itápolis em setembro deste ano. Foto: G1

No ano passado, o estado de São Paulo bateu recorde de acidentes com escorpiões desde 1988, quando iniciaram os registros (acesse) do Centro de Vigilância Epidemiológica. Foram 43.888 no período, com 11 mortes. Neste ano, até a última atualização, em 17 de outubro, foram 34.690 ocorrências, com 7 mortes.


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O grupo etário mais vulnerável ao óbito são crianças até 10 anos. O envenenamento é provocado quando ocorre a injeção de veneno por meio do ferrão. Na região, ao menos três morreram neste ano. Em setembro, Lorenzo Benício de Moraes Ramalho, de 5 anos, foi picado na creche onde estudava, em Itápolis-SP, no momento em que bebia água num bebedouro.


As outras duas foram em Ribeirão Preto. Em julho, uma menina de quatro anos foi picada na residência da família. Ela chegou a ficar internada, mas não resistiu. No mês seguinte, em agosto, um menino de seis anos foi picado na cama do quarto onde dormia.


Por possuírem a imunidade ainda em formação, as crianças são as principais vítimas dos acidentes com escorpiões. Além disso, o peso bem menor comparado a um adulto, aliado a quantidade do veneno, trazem sérias consequências a seus organismos.


Por conta disso, é fundamental que o socorro seja rápido e em um Polo Estratégico de Soro AntiEscorpiônico de Referência. Na nossa região, está localizado na UPA Central Amelia Bernardino Cutrale, na Vila Velosa, em Araraquara - Contato (16) 3334-6900.


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