Motuca deve definir interlocutor para atuar no Programa Estadual Município Agro
- Redação

- há 1 dia
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O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CMDR) de Motuca debateu, em reunião realizada no dia 17 de abril, a necessidade de estruturar a participação da cidade no programa Município Agro – Cidadania no Campo. O foco central da discussão foi a escolha de um interlocutor técnico, profissional que será responsável por transformar as ações da prefeitura em documentos oficiais para pontuação no ranking do Governo do Estado de São Paulo.
Papel estratégico
O interlocutor atua como o elo entre a administração municipal e a Secretaria de Agricultura do Estado. De acordo com o conselheiro Luiz Gustavo Ennes Pizzaia, engenheiro da CATI, o município já realiza diversas atividades que atendem às 10 diretivas do programa — que envolvem a relação do agronegócio com saúde, educação e meio ambiente —, mas deixa de pontuar por falta de registro e e envio da documentação.
Acesso direto ao prefeito
Para que o trabalho seja efetivo, foi destacado pelo conselheiro Pedro Luíz Vaz de Lima, técnico da Casa da Agricultura, que é necessário ter acesso direto ao prefeito, uma vez que o programa exige assinaturas constantes e agilidade administrativa. Além disso, complementou ele o interlocutor precisa de suporte logístico, como disponibilidade de veículo e recursos para deslocamentos em treinamentos e vistorias técnicas.
Metas e diretrizes
O programa Município Agro exige que as cidades não "zerem" nenhuma das diretivas estaduais para que possam concorrer a recursos. O prazo para a adesão formal ao programa encerra-se no dia 31 de julho. A expectativa do CMDR é que, com uma pessoa dedicada a se "debruçar" sobre o edital e as regras do programa, Motuca consiga se destacar no ranking e, consequentemente, melhorar o setor local.




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