Danielle defende apuração de denúncias e critica gestão municipal
- Redação
- há 21 horas
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Na 11ª Sessão Ordinária da Câmara de Motuca, realizada em 3 de agosto de 2026, a vereadora Danielle Mércia Petrazzo Fascineli justificou seu voto favorável ao acatamento de uma denúncia contra o prefeito Fábio Chaves e o vice-prefeito Thiago, além de abordar outras acusações que envolvem o município. A parlamentar defendeu a transparência e a rigorosa apuração dos fatos para garantir justiça a todos os envolvidos.
Acatamento de denúncia
Danielle iniciou sua fala justificando o voto a favor da denúncia apresentada por Francis, ex-funcionário de confiança do prefeito. Segundo a vereadora, a acusação relata indícios de crimes praticados por servidores e deve ser investigada com rigor. "Temos que montar uma comissão por sorteio, sem vícios para fazer essa apuração, pois há empresas da cidade e da região envolvidas para que ninguém se prejudique nesse contexto", declarou.
A parlamentar afirmou que seu voto foi embasado nas informações repassadas pelo presidente da Câmara, Alison, sobre os procedimentos a serem adotados caso a denúncia fosse acatada. Ela também reforçou que o direito de realizar denúncias é garantido a todos os munícipes, cabendo ao Legislativo dar andamento às apurações.
Denúncias do Portal Morada
Além da denúncia apresentada por Francis, Danielle mencionou as reportagens publicadas no Portal Morada. "Estamos vivenciando uma grave denúncia e acusação nos últimos dias. Como estamos voltando do recesso, temos que também apurar tudo isso", afirmou. A vereadora defendeu a criação de uma Comissão específica para investigar esse caso, garantindo que todos os envolvidos possam se defender adequadamente. Segundo ela, é dever do Legislativo fiscalizar e esclarecer a verdade para a população motoquense e também para os moradores de Rincão, citados no processo.
Encaminhamento ao Ministério Público
Danielle destacou que a responsabilidade da Câmara se limita ao acatamento da denúncia e à instauração da comissão processante. "Isso vai tá lá na mão do Ministério Público, das outras entidades fiscalizadoras, Tribunal de Contas, isso não cabe a nós. Cabe no caso o meu acatar votar a apuração aqui, acatar a denúncia para que possa o Ministério Público tomar providências", explicou.
Assista ao discurso:

