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Clipping Saúde

Notícias sobre a saúde que você precisa saber


Regionalização do SUS é destaque no encerramento do Congresso do Conasems

O encerramento do 39º Congresso Nacional do Conasems destacou a importância da regionalização da saúde e do fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios para aprimorar o atendimento à população e consolidar o Sistema Único de Saúde (SUS).


O ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, afirmou que a regionalização deve ser um instrumento para organizar as redes de atenção à saúde conforme as necessidades da população, integrando governança e modelo assistencial. Segundo ele, os municípios têm papel central na atenção à saúde, os estados coordenam regionalmente as redes e o governo federal deve ampliar o apoio técnico, financeiro e a articulação entre os gestores.


O Ministério da Saúde destacou ações como os programas Mais Médicos e Agora Tem Especialistas, além de propostas voltadas ao fortalecimento da Atenção Primária,

transformação digital, integração de informações em saúde e incorporação de inovação tecnológica. Essas medidas buscam qualificar o cuidado, reduzir desigualdades regionais e ampliar a capacidade de resposta do SUS.


Durante o congresso, também foi debatido o Programa Brasil Saudável, que promove ações integradas entre saúde e proteção social para enfrentar doenças determinadas por fatores sociais. O programa prioriza a redução das desigualdades, a participação dos municípios na definição das estratégias e a articulação entre os entes federativos para desenvolver ações adaptadas às necessidades de cada território.


Fonte: Ministério da Saúde (acesse)

Medicamentos vencidos: onde descartar

O Governo do Estado de São Paulo orienta que medicamentos vencidos ou que não serão mais utilizados não devem ser descartados no lixo comum, na pia ou no vaso sanitário, pois essa prática pode contaminar o solo, a água e representar riscos à saúde pública e ao meio ambiente. A recomendação é que esses produtos sejam entregues em farmácias, drogarias participantes da logística reversa, Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e outros pontos de coleta habilitados pelos municípios.


Saiba mais:

  • Descarte correto: medicamentos vencidos ou em desuso devem ser levados a pontos de coleta autorizados, nunca descartados no lixo comum ou na rede de esgoto.

  • Proteção ambiental: o descarte inadequado pode contaminar o solo, rios e lençóis freáticos, pois muitos princípios ativos não são eliminados pelos sistemas convencionais de tratamento de esgoto.

  • Locais de entrega: farmácias, drogarias participantes da logística reversa, UBSs e outros pontos de coleta municipais recebem medicamentos domiciliares vencidos ou sem uso.

  • Tipos de medicamentos aceitos: comprimidos, cápsulas, xaropes, pomadas, cremes, medicamentos líquidos, cartelas (blisters) e medicamentos controlados vencidos ou em desuso. Materiais perfurocortantes, como seringas e agulhas, possuem regras específicas e devem ser previamente consultados junto à unidade de saúde.

  • Destino dos resíduos: após a coleta, os medicamentos são separados, armazenados conforme normas sanitárias e encaminhados por empresas especializadas para tratamento e destinação ambientalmente adequada, dentro do sistema de logística reversa.

  • Prevenção ao desperdício: a Secretaria da Saúde recomenda verificar regularmente a validade dos medicamentos, armazená-los em local adequado, utilizá-los apenas com orientação profissional, não interromper tratamentos por conta própria e evitar compartilhar medicamentos.


Fonte: Secretaria Estadual da Saúde (acesse)

SUS começa a oferta nacional de insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos em todo o país

O Ministério da Saúde iniciou a oferta nacional da insulina glargina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), substituindo gradualmente a insulina NPH para crianças, adolescentes e idosos com diabetes. O medicamento é mais moderno, exige menos aplicações diárias e proporciona melhor controle da glicemia, reduzindo episódios de hipoglicemia e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.


Saiba mais:

  • Nova oferta no SUS: inicia-se a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina na Atenção Primária à Saúde em todo o país.

  • Público beneficiado: pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

  • Vantagens do medicamento: a insulina glargina tem ação prolongada e, na maioria dos casos, requer apenas uma aplicação diária, proporcionando maior estabilidade no controle da glicemia, menor risco de hipoglicemia, melhor adesão ao tratamento e mais segurança aos pacientes.

  • Distribuição nacional: o Ministério da Saúde já enviou mais de 254 mil tubetes de insulina glargina para 16 estados e distribuiu 52.350 canetas reutilizáveis. A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o fim de julho.

  • Produção nacional: a iniciativa faz parte de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que busca fortalecer a produção nacional do medicamento e garantir maior segurança no abastecimento do SUS.

  • Como obter o medicamento: o paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com receita médica. A equipe multiprofissional avaliará a indicação da substituição da insulina NPH pela glargina e orientará sobre o uso, aplicação e armazenamento do medicamento.

  • Material fornecido: além da insulina, os pacientes receberão uma caneta reutilizável, com validade de três anos, e as agulhas necessárias para a aplicação correta.


Fonte: Ministério da Saúde (acesse)



 
 
 

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