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Registros de dengue no ano em Motuca são 333, corrige Secretaria

Desde o início do ano 333 moradores procuraram atendimento médico e foram diagnosticados com a dengue, de acordo com informe da Vigilância Epidemiológica Municipal encaminhado para o Conselho Municipal de Saúde. O número é menor que o divulgado em Boletim Mensal pelo estado, de 505 infectados, e publicado pelo Cenário. O Secretário de Saúde Márcio Contarim diz que existe um equívoco no documento estadual.


Mesmo com a diminuição oficial do número de contágios, Motuca enfrenta neste ano a pior epidemia de dengue da história. Atualmente, existem dois casos considerados suspeitos aguardando resultado do exame.


Após a enfermaria da Unidade de Saúde permanecer tomada de pacientes em março e abril, com o período de estiagem, a doença deixou de ser a principal preocupação da cidade, dando lugar novamente à Covid-19.


Até então, o ano com mais contágios foi 2019, com 114. No ano passado, o município registrou apenas um caso. Autoridades de saúde apontam o isolamento pela pandemia como fator que explica tal cenário. Desde 2009, em dois anos (2009 e 2017), o município não registrou infecções pela doença.


Além do aumento recorde neste ano, foram observados também infecções mais severas que em anos anteriores. Grande parte dos moradores infectados apresentou queda preocupante de plaquetas e precisou de medicação com soro por meio intravenoso.


Combate ao mosquito

A disseminação recorde da doença levou a Secretaria de Saúde local a realizar trabalho de nebulização no interior de residências e "fumacê", cujo uso é restrito.Como prevenção, a Vigilância Epidemiológica orienta os moradores a usarem repelentes e inseticidas, além de eliminarem objetos que podem servir de criadouros do mosquito Aedes aegypti, principal vetor do vírus que causa a dengue.

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