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Orçamento Participativo é lançado com questionário online em metodologia ineficiente


Conhecer a opinião dos moradores sobre as necessidades de investimento é um dever dos governos e direito dos cidadãos previsto na Constituição em seu artigo 1º, quando descreve que “todo poder emana do povo”. Para isso, é preciso utilizar metodologia adequada, o que definitivamente não ocorre em Motuca.


Ontem (29), foi lançado o denominado Orçamento Participativo Municipal (acesse aqui) para o exercício de 2024, que, como nos anos anteriores, não atende aos requisitos mínimos para refletir as reais necessidades dos moradores.


Realizada de forma online, a consulta pública se resume a questionário para conhecer a opinião dos moradores sobre os setores que possuem prioridade e o que não possuem no orçamento e o que é mais importante realizar em cada um deles. A Prefeitura também costuma deixar urnas em pontos da cidade, modelo também ineficiente.


Cidades que realmente inserem os moradores no orçamento buscam capacitá-los. Ouvem os Conselhos Municipais. As diferentes visões são debatidas, as prioridades realmente acolhidas e dada publicidade ao monitoramento das ações. Isso nunca ocorreu em Motuca. As autoridades locais se limitam a meras enquetes cujos resultados costumam ser esquecidos nas gavetas.

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