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Fim das coligações proporcionais favorecerá partidos com puxadores de votos


As eleições municipais deste ano serão diferentes das anteriores. E não é só pela pandemia do novo coronavírus, que alterou o calendário e impôs regras para evitar contaminações. Mudanças na legislação eleitoral contribuem com um novo cenário para os postulantes aos cargos públicos e também aos eleitores.


A principal delas é o fim das coligações proporcionais, pelas quais os partidos se juntavam para a disputa do cargo no legislativo e os votos computados por todos eram distribuídos entre os parlamentares. A partir de agora, cada partido terá que atingir o Quociente Partidário (QP) sozinho, que é o número de cadeiras que o partido tem direito pela soma dos votos. (Saiba como calcular as vagas).


Quando um vereador recebe um voto, ele é direcionado não somente para ele, mas também para a legenda (partido), que definirá o QP. Essa nova regra favorecerá os partidos com grande número de puxadores de votos.


As coligações majoritárias ainda estão autorizadas. O postulante ao cargo no executivo pode fazer alianças e incorporar benefícios como transformar os candidatos ao legislativo em cabos eleitorais e unir forças num eventual governo, participando, por exemplo, em secretarias municipais.


Informações de Cecília Lago. Acesse abaixo a thread:



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