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Com o menor número de casos por habitantes na região, dengue já é considerada epidemia em Motuca

Com 59 casos positivos, a dengue já é considerada epidemia pela Secretaria de Saúde de Motuca. Desde o inicio do ano, foram realizadas 178 notificações nas Unidades de Saúde do município, sendo que 37 foram negativas. O restante ainda aguarda o resultado de exame sorológico. A informação foi divulgada em reunião do Conselho Municipal de Saúde realizada hoje (30).

A maioria dos casos positivos em Motuca é da área rural, principalmente das agrovilas do Assentamento Monte Alegre. Mesmo com a epidemia, que leva em conta o número de habitantes, Motuca está em situação com menor gravidade que as cidades vizinhas.


De acordo com informações divulgadas nessa semana pelo Departamento Regional de Saúde de Araraquara - DRS III, Motuca possui o menor número de casos por habitantes na região. Veja a tabela:


De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária Susi Elaine dos Santos Falvo, a maior parte dos casos positivos do município é importada. “Nas entrevistas que a gente faz com os pacientes, constatamos que no período da contaminação a maioria esteve em áreas onde existem epidemias”, aponta.


O Secretário de Saúde Márcio Contarim afirma que o município vem fazendo sua parte, mas observa que parcela da população ainda não observou a importância de evitar os criadouros. “Teve locais da cidade que limpamos e uma semana depois estavam sujos novamente”, aponta.


Com a finalidade de enfrentar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e evitar novos contágios, a Prefeitura adquiriu um termonebulizador, utilizado para fazer a nebulização a partir de um veículo, popularmente conhecida como “fumacê”, além de uma bomba nebulizadora costal, para a realização do trabalho em residências.


Caso as autoridades avaliem como necessário, o município já possui inseticida para a realização do “fumacê”, cuja utilização deve ser criteriosa e seguir protocolo técnico para evitar problemas de saúde em pessoas e animais, além de aumentar a resistência do mosquito. Com relação ao inseticida utilizado na bomba nebulizadora, o município depende de liberação da SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias), cuja disponibilização está atualmente prejudicada por contra de problemas nos produtos.


O município vem realizando ações de conscientização, bloqueios, busca ativa de criadouros, arrastões nas áreas urbana e rural, além de recorrer a dois “fumacês” com o propósito de combater a proliferação da dengue.


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