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Saúde aguarda resultado sobre causa da morte de macaco encontrado na zona rural



A Secretaria de Saúde de Motuca aguarda resultado de exame que aponte a causa da morte de um macaco-prego encontrado na zona rural no dia 21 de janeiro. Moradores localizaram o animal muito doente e encaminharam às autoridades municipais. Ele morreu pouco tempo depois. Material biológico foi coletado e encaminhado ao Instituto Adolfo Lutz para saber se existe relação com a febre amarela, conforme prevê protocolo do Ministério da Saúde.

A Secretaria de Saúde de Motuca demonstra cautela sobre o caso. Mesmo assim, como forma de prevenção, instalou faixas com informações sobre a doença em quatro locais considerados com risco de contágio, como proximidades de matas.

A principal forma de prevenção é por meio da vacina. Uma única dose é suficiente para estar imune à doença. O Centro Médico realiza a vacinação toda terça-feira, das 13h às 16h. É preciso levar a caderneta de vacinação.

Hospedeiros

Assim como os humanos, os macacos são hospedeiros do mesmo vírus que desenvolvem a febre amarela silvestre, transmitido pelo mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes, em ambiente silvestre, e pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue, no ambiente urbano.

Os macacos atuam como uma espécie de “sentinela” contra doença. Em geral, são os primeiros a contrair o vírus, permitindo às autoridades adotar medidas de prevenção para evitar surtos em humanos. Desmatar ou matar macacos não impede a circulação do vírus. É necessário a prevenção eliminando criadouros dos mosquitos, evitando entrar em áreas de risco quando não está vacinado e buscando a imunização por meio de vacinas.

Foto: Macaco em remanescente florestal de Motuca

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