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Agroecologia: alimentos saudáveis e preservação ambiental



A agricultura convencional apresenta uma série de desvantagens, como aceleração dos processos de erosão, êxodo rural, aumento dos custos, intensificação da incidência de pragas e doenças, contaminação dos alimentos e do lençol freático, visto que os campos de cultivo são tratados principalmente por meios químicos.

Um dos enfoques da agroecologia é o controle alternativo de pragas e doenças, o qual inclui, dentre outros, o controle biológico e a indução de resistência nas plantas. Sem a utilização de produtos químicos e a partir de técnicas sustentáveis, contribui com a conservação de dos recursos naturais e no aumento da biodiversidade nos campos de cultivo.

O ideal para assegurar a proteção das plantas é considerar alguns princípios básicos, tais como:

a) todo parasita tem pelo menos um inimigo natural;

b) toda planta suporta um determinado nível de dano;

c) os sistemas agrícolas (agroecossistemas) podem atingir equilíbrio na natureza;

d) os controles podem ser seletivos;

e) toda planta com nutrição sadia e equilibrada dificilmente é atacada por parasitas.

Em contraste com a agricultura convencional a agroecologia busca tratar, primariamente, o solo, não apenas a planta, na tentativa de manter o equilíbrio ambiental. A recuperação do solo envolve a incorporação de matéria orgânica, policultivo, rotação de culturas, plantio direto, adubos verdes, cultivo consorciado, dentre outras práticas.

Um bom manejo envolve a manutenção de vegetação natural perto de áreas cultivadas, visando à diversificação e o aumento da eficiência dos agentes de controle biológico, elevação da umidade, regulação do clima e chuvas. A diversidade na agricultura não somente é essencial para a supressão dos parasitas, como é também crucial para satisfazer as necessidades dos agricultores, através de colheitas mais estáveis, com qualidade e sem agrotóxicos.

Sobre os autores:

Paulo Prates Júnior (Biólogo, Bolsista FAPESB, Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola – EBDA, Salvador – BA; e-mail: junior_prates2005@yahoo.com.br)

Maria Zélia Alencar de Oliveira (Engenheira Agrônoma, Mestre em Fitopatologia, Bolsista FAPESB, Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola – EBDA, Salvador – BA; e-mail: zeliaao@terra.com.br)

Cristiane de Jesus Barbosa (Engenheira Agrônoma, Doutora em Fitopatologia, Pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Salvador – BA; e-mail: barbosa@cnpmf.embrapa.br)

Saiba mais no site:

Portal Embrapa (acesse a publicação)

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