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Betão pede esclarecimentos à Prefeitura e Danielle o acusa de perseguição política



Dois requerimentos verbais de autoria do vereador José Roberto Legramandi (Betão), aprovados por unanimidade na Sessão de segunda (5), levaram a colega Danielle Mércia Petrazzo Fascineli a acusá-lo de praticar perseguição política. Ambos intercalaram discursos ríspidos na Tribuna da Câmara em Sessão anterior e chegaram a proferir ofensas pessoais mútuas (ver matéria).

O Prefeito João Ricardo Fascineli fez a inscrição para discursar na Tribuna Livre, mas a autorização foi adiada pelo presidente Gabriel Muniz da Silva (ver matéria).

O primeiro requerimento (ver aqui) solicita esclarecimentos à Prefeitura sobre os motivos do sistema de software para registro de frequência de alunos por biometria e de controle de merendas ainda não ter sido empregado na unidade escolar do município. O vereador ainda requereu explicações sobre os motivos que levaram a empresa Eco Polis Sistemas e Participações LTDA, contratada para a realização dos serviços, a ajuizar ação de cobrança contra a administração municipal no valor de R$ 28 mil, mesmo tendo concluído e entregue o produto contratado (ver processo).

No segundo requerimento (ver aqui), Betão solicita esclarecimentos sobre a escala de trabalho do analista de suporte e cunhado do prefeito Ricardo, que compõe o quadro de servidores da Prefeitura, bem como o encaminhamento de todos os cartões de ponto do servidor, desde sua efetiva transferência, seja por biometria ou digitação. Como justificativa, o vereador descreve que busca atender manifestações de moradores, que o questionaram sobre o assunto.

Apresentados verbalmente durante a Sessão, o presidente Gabriel Muniz chegou a questionar a legitimidade dos requerimentos, mas, após entendimento com os demais vereadores, colocou em votação e foram aprovados por unanimidade, inclusive com o voto de Danielle. O clima tenso fez com que Betão solicitasse proteção policial. Na Sessão anterior, ele e o prefeito Ricardo se encontraram na saída da Câmara e trocaram ofensas pessoais.

Danielle diz que Betão pratica perseguição política e contra sua família


Após a aprovação dos requerimentos, Danielle acusou Betão de praticar perseguição política e contra a sua família. “Você tem o direito, como todos os munícipes, de ir à Prefeitura e consultar o Portal de Transparência. Temos redução de carga horária e nem todos fazem os mesmos horários”, argumentou ela. A vereadora disse que aprovou os requerimentos porque ela e o Prefeito não têm nada a esconder e fazem uma política aberta para a população. “Fui perseguida politicamente na gestão passada e hoje não existe mais perseguição. Temos que governar para Motuca e para os munícipes”, concluiu.

Altair afirma que não há perseguição e que papel do vereador é fiscalizar


Durante a discussão para aprovação dos requerimentos, o vereador Altair Pereira da Cruz defendeu a iniciativa do colega José Roberto Legramandi, afirmando que não há perseguição e que o papel do vereador é fiscalizar. Ele relatou uma cobrança feita por uma professora, que apontava prejuízos nos trabalhos porque o analista de suporte, responsável pela manutenção dos equipamentos, só poderia realizar os serviços em um sábado. “Como vereador, foi chamada minha atenção pela professora”, revelou. “Se o funcionário cumpre o horário, tem que ser passado para a gente”, sublinhou.

O Cenário irá repercutir os demais assuntos da 17ª Sessão Ordinária nas próximas postagens.

#câmarademotuca

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