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Drummond, o intérprete do cotidiano


Drummond já era considerado em vida um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos. Usando de extrema habilidade e humor pra falar das angústias e aspirações cotidianas, muitos versos do poeta tornaram-se praticamente ditados populares, como o famoso “E agora, José?” e “No meio do caminho tinha uma pedra”.

Cortar o tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.

Texto originalmente publicado na 21ª edição no Jornal Cenário.

Acesse o acervo do periódico.


#cultura #anaroma

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